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quarta-feira, 17 de março de 2010

Alix, O Intrépido

O jornal Público inicia hoje a distribuição de uma colecção de 16 álbuns da BD histórica Alix, da autoria de Jacques Martin. Ainda não vi a lista dos álbuns incluídos nesta colecção, mas tendo em conta o cuidado que o Público costuma ter com os lançamentos deste género, espero que sejam editadas todas as histórias deste personagem, respeitando a ordem cronológica, o que serviria para corrigir a irregular publicação desta obra no mercado português.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Sinto-me asfixiado

Se ainda fosse preciso mais para comprovar que a teoria da asfixia democrática é uma treta mal amanhada, o Público ajuda a demonstrar à sociedade que qualquer calhau, por mais duro que seja, tem voz livre neste país: http://jugular.blogs.sapo.pt/1632809.html

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Duvidosa resolução de ano novo

Mudar de jornal diário.

Tarefa a realizar antes disso: tentar perceber se o Público é um panfleto ou uma arma de arremesso contra o governo PS, o espelho de Alice do Diário de Notícias em que se tornou nos últimos tempos de vigência de José Manuel Fernandes e cujos editoriais após a saída do ex-director não revelam grandes alterações.

Problemas a enfrentar: deixar de ler Vasco Pulido Valente, António Barreto, Rui Tavares, Miguel Esteves Cardoso. O Ipsílon e o Inimigo Público. Que faria Winston Churchill no meu lugar?

domingo, 6 de dezembro de 2009

Em Portugal Tudo É Porto-Benfica #2

Nem de propósito: excelente a reportagem de ontem no Público sobre a extinta linha do Sabor, uma via única lavrada através de paisagens soberbas e que agora apenas subsiste na memória dos velhos e na vergonha dos governos, que preferem ser electrónicos a genuínos.

A não perder a excelente foto-reportagem de Paulo Pimenta em

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Bem visto

Num artigo de opinião da revista do jornal Público de ontem afirmava-se que 67,1% das mulheres albanesas em idade fértil utilizavam o coito interrompido como método anticoncepcional.

Nunca a palavra fértil foi tão bem utilizada...

(Coitus Interruptus, Fad Gadget)